Poemo no silêncio da brisa
que toca o nascer do novo dia,
que toca o nascer do novo dia,
procuro nele o jardim do mundo ao horizonte,
no céu descubro o arco-íris por entre nuvens
que se dissipam nas delicadas gotas de chuva…
Sinto em mim o infinito
que me cruza o corpo,
na madrugada em que adormeci…
Renascem da penumbra sons e sentires
que entoam palavras no tempo perdidas,
isoladas nessa melodia matinal,
vagueiam com o pensamento
murmúrios e sussurros que largo ao vento…
Entre o sentir e o momento
quebra-se a solidão,
pela ilusão da magia
de um sentimento em que mergulho,
nas eternas memórias da noite
onde todos os sonhos ainda são possíveis…

Sem comentários:
Enviar um comentário